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Mercado Imobiliário
A Editoria do
Mercado Imobiliário está em completa sintonia com as principais construtoras do
Brasil, imobiliárias, incorporadoras e com as associações que representam o
setor produtivo. Ainda acompanhamos as principais ofertas de linha de crédito
da Caixa Econômica Federal e de bancos privados. Também temos um classificado,
que permite a apresentação de oferta e demanda por imóveis.
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Brasília, DF, 02 de maio de 2006, 06h56.
Por Paulo França (*)

A Associação dos
Dirigentes de Mercado Imobiliário (ADEMI-DF) completa 23 de anos de fundação. Para
comemorar a data, a associação e a WL Editorial lançam hoje (2/5) a revista Ademi-Brasília. O lançamento será às 8
horas, no Salão Tiradentes, cobertura do Hotel Kubitschek Plaza. O consultor de
empresas Marcos Ligocki falará sobre excelência no atendimento ao cliente. |
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Brasília, DF, 21 de abril de 2006, 8h33min.
Por Paulo França (*)
Liderança consolidada
O sócio-diretor da
JCGontijo, Rodrigo Nogueira, foi mais uma vez eleito para o Fórum de Líderes Empresariais.
Pela segunda vez consecutiva, o executivo figura entre os cinco mais votados
líderes empresarias do Distrito Federal, numa eleição que cobriu todo o
território nacional. Nogueira embarca para São Paulo na próxima terça-feira
(dia 25), quando participa da solenidade de premiação no Credicard Hall, a
partir das 19h30.

Para o eleito, a premiação é um reconhecimento a todo esforço
e trabalho que levaram a JCGontijo Engenharia à reconhecida posição de
liderança em acabamento e qualidade, surpreendendo com apenas dois anos de
existência o dinâmico mercado da construção civil, especialmente no Distrito
Federal. |
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Brasília, DF, 06 de abril de 2006, 8h37min.
Por João Teodoro da Silva (*)

Duas medidas da Receita Federal favorecem o
contribuintes
A Receita Federal já está recebendo as declarações de
Imposto de Renda. É hora de o contribuinte saber que, neste ano, poderá pagar
menos imposto. Legalmente! As novas regras, editadas pelo governo federal para
beneficiar o mercado imobiliário, incluem duas medidas que favorecem o
contribuinte brasileiro. Ambas reduzem a mordida do Leão.
A mais explícita delas entrou em vigor no ano passado.
Mas só conseguiu destaque, na mídia, no pacote chamado "MP do Bem": a Lei
11.196. A nova norma isenta o consumidor de pagar o imposto sobre o ganho de
capital, na troca de imóveis residenciais. A alíquota do tributo, que agora
será economizada, é de 15%. |
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Brasília, DF, primeiro
de março de 2006,11h50min.
(*) Por Paulo França

A Síntese da Economia
Leia Agora as Principais Notícias de Hoje do Soeconomia:
Redução do IPI chega às lojas da Leroy
Merlin
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Brasília, DF, 07
de fevereiro de 2006, 11h03min.
Por (*) Paulo França - Ao Vivo da Sala de Imprensa do Palácio do Planalto
A Síntese da Economia
Medidas de Apoio à Habitação e Construção Civil
A
cerimônia no Palácio do Planalto reúne, a partir das 12h30min, os
Presidentes do Brasil e do
Senado Federal, Ministros, Senadores, Deputados Federais e Empresários.
O primeiro a discursar é o Ministro das Cidades, Márcio Fortes. A
preocupação maior é a com a população que possui até 5 salários
mínimos, com prioridade para repasses por bancos públicos, aproveitando
verbas federais e estaduais. Programas foram financiados
com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O
benefício será proporcional à renda. O outro Programa é para renda de
até 3 salário mínimos, inclusive com a atuação das Cohabs e das
Cooperativas Agrícolas. De 2003 a 2005 foram investidos R$ 1,3 milhão
para 163 famílias. Existem programas especiais para comunidades
quilombolas (Alcântara) e para indígenas. Cerca de 1.000 imóveis do
INSS de Vitória, São Paulo e Rio de Janeiro também estão sendo
utilizados. Regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo
também contam com programas com valor de R$ 25.000,00 por moradia.
Setenta por cento dos atendimentos vai para quem ganha até 5 salários
mínimos.
Sobre Saneamento, houve retomada dos investimentos públicos com
recursos onerosos do FGTS e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). De
2003 a 2005 foram autorizados pelo Conselho Monetário Nacional, R$ 5,9
bilhões para crédito para o setor de saneamento. Recursos foram para
obras e também para modelagem de projetos. Recentemente o Ministério
das Cidades os critérios do Plano de Saneamento, criando o Saneamento
para Todos. No Sul do Piauí foi implantado um consórcio de saneamento,
incluindo 36 Municípios e o Governo Estadual. Ministério das Cidades deverá solicitar mais
recursos para investimentos em Saneamento. De 2003 a 2005 foram
contratados R$ 7,2 bilhões para Saneamento, com recursos do FGTS, FAT e OGU, e desembolsados R$ 2,7
bilhões, incluindo recursos oneoros e não onerosos. Para 2006 a
estimativa de contratações deve chegar a R$ 3,3 bilhões, com previsão
de desembolso de R$ 1 bilhão.
Agora (12h52min) começou a discursar o Ministro da Fazenda Antônio
Palocci. Em 2003 a construção civil reduziu em 7,3% do seu nível de
atividade. Após isso, o governo federal tomou algumas medidas (Lei
10.931) tais como implantação do patrimônio de afetação (possibilidade
que as empresas têm em segregar o patrimônio para eliminar para sempre,
a hipótese de uma situação econômica desfavorável poder prejudicar a
empresa), eliminação do imposto de renda sobre bem de capital quando a
empresa adquire outro imóvel até 6 meses, retirada de imposto de renda
de rendimentos fictícios sobre o mercado imobiliário, facilitação da
tributação dos fundos de investimento imobiliário e valor do
incontroverso.
Os recursos do Governo Federal e do setor privado para crédito
imobiliário devem atingir R$ 16,4 bilhões em 2006. Um decreto
presidencial reduz, a partir de hoje, o Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) sobre os produtos básicos da construção civil,
os que são taxados de 10% a 15% serão reduzidos para
5% e os que são taxados atualmente em 5%, terão alíquotas nulas
de IPI. Cerca de R$ 18,7 bilhões deverão ser investidos na construção
civil, em 2006, decorrentes dos incentivos como a redução de
impostos para a compra de material, subsídios para população de baixa
renda e mais dinheiro para financiamento.
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Brasília, DF, primeiro de fevereiro de 2006, 5h30min.
Por (*) Paulo França
Outra novidade é a linha com prestações decrescentes a
cada 36 meses
São Paulo, 30 de janeiro de 2006 - O Banco Itaú anuncia hoje (30) uma
nova linha de crédito imobiliário que apresenta valores de prestação
pré-determinados durante todo o período de financiamento. Assim, o cliente
fica sabendo de antemão os valores de todas as prestações a serem pagas
durante o período do contrato. A linha será ofertada a partir de 10 de
fevereiro e é válida, inicialmente, apenas para o Estado de São Paulo.
Serão
financiados imóveis residenciais a partir de R$ 60 mil e há a possibilidade de
utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como entrada na aquisição
do bem, desde que enquadrado nas regras do Fundo. Este é o primeiro novo
produto de financiamento imobiliário Itaú do ano. Ao longo de 2006 outras
novidades serão apresentadas para facilitar a aquisição da casa própria dos
brasileiros.
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O governo Lula tem pressa em conceder 13 milhões de hectares da
Amazônia a empresas privadas nacionais ou estrangeiras para fins de
exploração por até 60 anos.
Dia 14 de abril, nove dias depois de retirar o
regime de urgência do projeto de lei 4776/2005, que prevê a concessão
de florestas públicas, o Executivo reapresentou o pedido à Câmara,
conseguindo estender por mais 45 dias o limite para sua votação. O
recuo momentâneo foi necessário porque quando o presidente da República
solicita que projetos de lei de sua autoria tramitem em regime de
urgência, a Câmara tem 45 dias para votar a matéria, e o Senado mais 45
dias para apreciá-la.

Brasil perde US$ 300 bilhões por ano com a devastação
da Amazônia.
Da Editoria de Desenvolvimento Sustentável do SOECONOMIA - 02 de maio de 2005. |
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O primeiro artigo sobre este tema foi publicado em 12 de abril no
SOECONOMIA, A Síntese da Economia, e está disponível para leitura dos interessados. Digite o
tema do artigo na opção "pesquisar" embaixo de "Esqueceu a sua senha? e
localize mais rapidamente o artigo.
No segundo artigo, que foi publicado em 17 de abril, tratamos dos assuntos relacionados à Comissão de
Desenvolvimento e abordamos um dos conceitos sobre Desenvolvimento Sustentável.
Também falamos um pouco sobre como aplicar a metodologia 3A de
captação de recursos em projetos que possuem sustentabilidade
econômica, social e ambiental.
Outras correntes de pensamento e as fontes de captação de recursos
Este artigo, o terceiro da série, trará outras duas correntes de pensamento sobre Desenvolvimento Sustentável, questionará
se há ou não um conceito universal e por fim indicará algumas fontes de
captação de recursos para empreendimentos sustentáveis.

Amazônia tem sofrido uma devastação
de 0,5% do seu território por ano.
Da Editoria de Desenvolvimento Sustentável do SOECONOMIA - 25/abr/2005. |
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O primeiro artigo sobre este tema foi publicado em 12 de abril no
SOECONOMIA e está disponível para leitura dos interessados. Digite o
tema do artigo na opção "pesquisar" embaixo de "Esqueceu a sua senha? e
localize mais rapidamente o artigo.
Neste segundo artigo trataremos dos assuntos Comissão de
Desenvolvimento e um dos conceitos sobre Desenvolvimento Sustentável.
Também falaremos um pouco sobre como aplicar a metodologia 3A de
captação de recursos em projetos que possuem sustentabilidade
econômica, social e ambiental.
Em decorrência da Conferência de junho de 1992 no Rio de Janeiro
(mais conhecida como Eco 92) e a criação da Agenda 21, foi instalada
recentemente a Comissão do Desenvolvimento Sustentável, no seio das
Nações Unidas para assegurar a promoção e continuidade da
operacionalização da Agenda 21.
Em julho de 1993, o primeiro ministro francês confiou ao Sr. chamado
Lalonde uma missão de estudo sobre as medidas que permitem equilibrar
trocas comerciais e proteção ao meio ambiente, tendo em vista o
desenvolvimento sustentável de todos os países inclusive os mais
pobres.

Dez anos após a Eco 92, o Rio
sediou outro evento sobre Desen-
volvimento Sustentável.
Da Redação do SOECONOMIA em Brasília - 17/abr/2005. |
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Breve histórico sobre o tema
O alerta sobre o Desenvolvimento Sustentável iniciou-se com o Relatório
Meadows, fruto do estudo encomendado pelo Clube de Roma em 1970 a um
grupo de pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT),
sob a coordenação de Denis Meadows. Este estudo voltou-se para a
prospectiva do futuro da espécie humana e reuniu um farto volume de
dados sobre população, recursos naturais, fontes de energia, entre
outros dados. Embora o diagnóstico do referido documento constitua
elemento de grande validade, sua conclusão, expressa no próprio título,
"Limites do Crescimento", revelou-se foco de grande polêmica.

O Secretário Geral da ONU,
Kofi Annan, discursa em Con-
ferência sobre Desenvolvi-
mento Sustantável na África
do Sul.
Da Editoria de Desenvolvimento Sustentável do SOECONOMIA - 12/abr/2005.
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