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Como Captar, Operar e Aplicar os seus Recursos Oportunidades de captação de recursos, exposição de metodologia de
captação de recursos, como administrar os recursos captados e
alternativas para aplicação ou investimento do que foi captado. A
redação do SOECONOMIA priorizará a exposição de casos e exemplos
práticos.
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19/02/07 - 7h54
Diversão: curso pode ser ministrado em escolas e também em acampamentos em um
fim de semana
Da Isto É Dinheiro
Desembarca no Brasil o Money Camp, um programa que ensina as crianças a serem
ricas.
Até que ponto isso é bom?
Que tal ensinar uma criança a lidar com o dinheiro? Ou melhor, mostrar-lhe que
desde pequena ela pode dar os primeiros passos para, no futuro, ser uma
empreendedora ou até mesmo milionária. Essa é uma das propostas do Money Camp,
um programa americano infantil de alfabetização financeira, que está
desembarcando no Brasil. Fundado há cinco anos nos Estados Unidos pela
professora de educação física Elizabeth Donati, o curso nasceu depois que ela
teve contato com os ensinamentos dos gurus das finanças pessoais Roberto
Kiyosaki, autor de "Pai Rico, Pai Pobre" (ed. Elsevier), e T. Harv
Ecker, autor do livro "Segredos da Mente Milionária" (ed. Sextante). A partir daí, ela juntou os mandamentos de ambos à
neurolingüística e montou um método de ensino acelerado para que os filhos dos
endinheirados americanos aprendessem o atalho mais fácil para chegar ao
primeiro milhão. |
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13/02/07 - 08h59
A consultora Juliana Ono (*) da
FISCOSoft Editora Ltda. (**) concedeu entrevista para o Portal Soeconomia sobre
mudanças na declaração do Imposto de Renda Ano Base 2006, Exercício 2007. As
principais mudanças na declaração de pessoas físicas foram as seguintes:
1ª) Dedução da contribuição
previdenciária patronal incidente na contratação de empregados domésticos (alíquota
de 12% sobre o salário);
2ª) Atualização da tabela
progressiva do Imposto de Renda;
3ª) Possibilidade de pagamento do
Imposto de Renda devido em 8 quotas - antes era de até 6 quotas - com correção pela
taxa Selic;
4ª) Alternativa de débito automático
a partir da segunda quota. |
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05/02/07 - 06h56
A grande maioria das pessoas que
recorrem aos empréstimos disponíveis no mercado o faz para pagar dívidas.
Diariamente observamos centenas de
propagandas na mídia onde uma fantasia mais que a outra no sentido de convencer
o consumidor a pegar um dinheiro que na verdade vai endividá-lo ainda mais.
Acontece que teria que haver uma
regulamentação nestas propagandas já que elas mexem com o emocional do cidadão. O
endividado pega o dinheiro que sai mais rápido
O endividamento afeta a estrutura de
qualquer pessoa e a bem da verdade quem vai recorrer ao dinheiro ofertado pelo
mercado, pressionado pelos credores, sempre pega primeiro aquele que sai mais
rápido, aquele que tem pouca burocracia, enfim, dificilmente analisa e pesquisa os juros cobrados maior ou
menor, se bem que na maioria das vezes estes juros apenas são diferentes assim:
"Um é ruim o outro é pior". |
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02/02/07
- 08h51
Recursos serão aplicados no
desenvolvimento de três novos produtos.
Líder do setor de telefonia fixa no
Brasil e na América Latina, a Intelbras recebeu R$ 21 milhões da FINEP -
Financiadora de Estudos e Projetos e do Fundo para o Desenvolvimento
Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) para investir em pesquisa, desenvolvimento
e inovação.
A empresa, que atua nos mercados de
centrais PABX e terminais telefônicos, supera a concorrência de multinacionais
como Siemens, Motorola, Panasonic e Philips. No caso das centrais telefônicas, detém
63% do mercado nacional e 40% do latino-americano. No segmento de aparelhos, as
porcentagens são de 30% e 21%, respectivamente.
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31/01/07 -07h52
Fonte: Bacen e Elaboração: Febraban
A Expansão do Crédito em 2006
Houve significativa expansão das
operações de crédito em 2006. O volume total de empréstimos do sistema
financeiro saltou de R$ 607 bilhões em dezembro de 2005 para R$ 732,8 bilhões
em dezembro de 2006, o que representou um crescimento de 20,7%. Esta taxa de
variação ficou ligeiramente acima daquela projetada pelas instituições
financeiras que apontavam para um crescimento de 19% na carteira total de
crédito, segundo a pesquisa de projeções da Febraban de dezembro de 2006.
Como proporção do PIB, o volume de
crédito atingiu o maior patamar desde abril de 1996, ao ficar em 34,3% do PIB. Em
novembro do ano passado, a relação crédito / PIB havia ficado em 33,7% e em
dezembro de 2005 estava em 31,2%.
As operações de crédito com recursos
livres somaram em dezembro de 2006, R$ 498,9 bilhões, enquanto o volume de
operações de crédito com recursos direcionados, que incluem as operações do
BNDES, crédito rural e habitacional, além de financiamento do Fundo
Constitucional do Centro-oeste e créditos dos bancos de desenvolvimento e
agências de fomento, somaram R$ 234,0 bilhões. |
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30/01/07 - 08h20 De 30 e 31 de Janeiro de 2007 no
Estanplaza Berrini Hotel em
São Paulo.
Porque participar deste evento?
SABER como manter competitividade
profissionalizando a gestão e delegar a executivos contratados a operação do
dia a dia da companhia.
DEBATER os riscos inerentes ao
processo de transferência de poder e patrimônio e a importância da elaboração
de um planejamento sucessório com foco central na sobrevivência da empresa.
VERIFICAR os reflexos da
reorganização societária na racionalização da carga tributária e o reflexo no
patrimônio da empresa.
ATUALIZAR seus conhecimentos sobre
as vantagens da abertura de capital em empresas familiares.
ANALISAR a importância e as formas
de atuação de empresários e conselheiros independentes em empresas familiares.
PREPARAR-SE para a criação do
espírito empreendedor nos herdeiros com foco na redução da dependência
financeira na empresa.
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25/01/07 - 09h42
O Pacote de Aceleração do
Crescimento (PAC), lançado pelo Governo Federal dia 22, deveria ter como foco
estabelecer um ambiente de negócios que assegure os investimentos privados em
infraestrutura, na medida em que há, no Brasil e no mundo, um enorme apetite
por esse tipo de investimento. Essa foi a tônica da análise feita pelos
economistas que participaram da Manhã Técnica sobre o PAC, realizada
quarta-feira, dia 24 pela Febraban. O evento marco também, a inauguração da
nova sede da entidade, na avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo.
André Lóes, diretor setorial de
Economia da Febraban e economista-chefe do Santander Banespa, destacou que as
medidas do PAC são uma espécie de "second best", uma segunda opção mais viável
para se promover o crescimento. O ideal seria atacar os gastos correntes do
governo, que na última década apresentaram elevado grau de crescimento. Ele
demonstrou preocupação com a fórmula prevista no Plano para reajuste do salário
mínimo. "Estabelecer indexação nunca foi uma boa idéia", afirmou. O economista
ressaltou que, neste momento em que há uma preocupação generalizada com os
investimentos em infraestrutura, as Parcerias Público Privadas (PPPs) poderiam
ser uma ótima opção. "Há muito dinheiro no Brasil e no mundo interessado em
investir em infraestrutura". Lóes avaliou que o impacto do PAC sobre o
crescimento será marginal.
Octávio de Barros, diretor do
departamento de Estudos e Pesquisa Macroeconômica do Bradesco, tem uma opinião
parecida com a de Lóes no que diz respeito aos investimentos privados em
infraestrutura. "O novo ‘greenfield', a grande fronteira a desbravar em termos
de investimentos no País, é a infraestrutura. O setor privado está salivando
diante de oportunidades nesse segmento para os próximos 10 ou 15 anos". Na
opinião de Barros, não faz sentido o governo pôr a máquina pública para
realizar esses investimentos em infraestrutura. "Os recursos governamentais
devem ser utilizados, não em obras de energia, mas em saúde, por exemplo, onde
o setor privado não tem interesse. E a substituição das empresas pelo governo
nos projetos acarreta enormes desperdícios." Um grande mérito do programa é,
isso sim, pôr, no centro do debate, a questão do crescimento do País. E o fato
de o governo impor, no PAC, uma regra para reajuste dos salários dos
funcionários públicos cria uma previsibilidade nessa questão, o que é positivo.
As previsões do Bradesco são de que o PIB cresça 3,6% em 2007 "com viés de
alta", avisa Barros.
Tomas Málaga, economista-chefe do
Itaú, enxerga no Plano um mérito: o de retirar da política monetária (definição
dos juros pelo Banco Central) o peso de garantir o crescimento do País. "Saber
o que temos de fazer já é um avanço. O difícil é fazer o que tem de ser feito".
Málaga lembrou o Plano prevê uma redução da relação dívida bruta/PIB, que hoje
é de cerca de 70% por meio do crescimento do denominador dessa conta, ou seja
pelo aumento do PIB, que, pelas previsões do governo deverá ser de
aproximadamente 5% em 2007. O projeto de se estabelecer um fórum para discutir
a reforma da Previdência, tal como foi proposto é positivo, afirma Málaga,
desde, evidentemente, que, desse fórum surjam propostas concretas, "que sejam
levadas á frente".
Alexandre Schwartsman,
economista-chefe do ABN AMRO para a América Latina, se considera, dos quatro
economistas que participaram da Manhã Técnica, o "menos fã do PAC". Na opinião
de Schwartsman, o governo, quando elaborou o plano, partiu do pressuposto de
que "o mercado é, por princípio culpado" (e, portanto, não pode receber a
incumbência de realizar os investimentos em infraestrutura). "O fato é que o
setor público nunca deixou de ser ator importante nos investimentos no País. Mas
o PAC o coloca, novamente, com toda ênfase, no centro do palco. Considera o
governo sempre mais eficiente na realização desses investimentos" O economista
do ABN avalia que o Projeto das Parcerias Público-Privadas (PPPs), que durante
um bom tempo foi considerado pelo governo uma opção para alavancar os
investimentos da iniciativa privada em infraestrutura, foi aprimorada pelo
Congresso Nacional. E, no entanto, o governo ignorou esses mecanismos na hora
de apresentar o PAC. "O governo poderia ter propiciado um ambiente de negócios
favorável aos investimentos da iniciativa privada apenas estabelecendo uma
regulamentação apropriada, o que, por sua vez, teria custos baixíssimos."
Schwartsman lembrou que a elevação
da carga tributária ocorreu menos para assegurar o cumprimento das metas de
superávit primário (sobra de recursos para pagamento de dívida) e mais para dar
conta do elevado crescimento dos gastos correntes - no qual o déficit da
Previdência é, de longe, o maior peso. "A política fiscal adotada de 1993, 1994
para cá reduziu a capacidade de o País crescer. O governo poderia ser ousado e
propor algo nunca antes realizado: um corte nos gastos público". |
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25/1/2007 - 07h36
NOTA da Força Sindical
O presidente da Força Sindical,
Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, divulgou hoje a seguinte nota sobre a
decisão do Copom:
A queda na taxa Selic de 0,25 ponto
anunciada hoje, é um banho de água fria no morno PAC (Programa de Aceleração do
Crescimento). Mais uma vez o governo frustra os anseios dos trabalhadores com
um tímido corte na taxa básica de juros.
É impossível crescer 4,5% neste ano,
como pretende o governo, com este excesso de conservadorismo e com uma taxa de
juros neste patamar. Continuamos com o triste título de "campeões mundiais" da
taxa de juros. O governo precisa dar um ânimo e criar um circulo virtuoso na economia.
É lamentável que o setor econômico do governo trabalhe em sintonia com a
especulação. |
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17/01/07 - 16h34
Em 2007 a Agência Financiadora de
Estudos e Projetos (FINEP) pretende aplicar R$ 120 milhões em fundos de
investimento, três vezes mais do que em 2006. Desse montante, R$ 40 milhões
irão para capital semente e R$ 80 milhões para aportes em venture capital. Segundo o presidente da empresa, Odilon Marcuzzo
do Canto, a proposta de orçamento já foi encaminhada ao Ministério da Ciência e
Tecnologia.
Os recursos serão aplicados através
da Incubadora de Fundos Inovar, estrutura criada pela FINEP para estimular a
criação de fundos de venture capital no Brasil. O programa possui hoje R$ 600
milhões comprometidos em 13 fundos, que juntos já investiram em cerca de 50
empresas inovadoras.
Criada em 2000, a iniciativa é uma
realização conjunta da FINEP, do Fundo Multilateral de Investimentos do Banco
Interamericano de Desenvolvimento (FUMIN/BID), do Serviço Brasileiro de Apoio
às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), do Banco do Brasil Investimentos (BB -
BI), da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) e dos Fundos de Pensão dos
funcionários do Banco do Brasil (Previ), da Petrobras (PETROS) e da Caixa
Econômica Federal (FUNCEF). Somadas, as carteiras administradas pelos parceiros
da Incubadora alcançam R$ 120 bilhões em recursos disponíveis para
investimentos. |
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15/01/07 - 06h37
O Fundo Multilateral de
Investimentos (Fumin) foi criado em 1993 sob administração do BID, com um amplo
mandato para atender às necessidades em rápida mutação do setor privado na
América Latina e no Caribe. O Fumin apóia mudanças no ambiente regulatório e de
políticas, desenvolvendo a capacidade da força de trabalho e fortalecendo as
pequenas e microempresas. É regido por seus 33 países membros doadores por meio
de um Comitê de Doadores. A contribuição dos países membros para os recursos do
Fumin totaliza US$1,2 bilhão, tendo o Japão e os Estados Unidos contribuído com
US$500 milhões cada. O Fumin é a principal fonte de assistência técnica não
reembolsável destinada ao desenvolvimento do setor privado nos países membros
do BID, juntamente com o Banco de Desenvolvimento do Caribe. |
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