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Economia dos Estados Brasileiros Em um país com dimensões continentais, o qual apresenta 27 (vinte e
sete) modelos de economias estaduais, onde cada unidade da federação ou
estado possui as suas particularidades em termos de desenvolvimento
econômico, incentivos fiscais, distribuição de renda, tipos de
atividades econômicas e diversas características em termos de consumo,
investimentos e comércio, faz-se necessário um acompanhamento mais
detalhado e específico da economia de cada estado do Brasil. O
SOECONOMIA fornece dados úteis para investidores nacionais e
estrangeiros, jornalistas e profissionais com interesse em se
aprofundar em assuntos econômicos estaduais.
As mais recentes notícias
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29/11/06 - 09h00
Por
Paulo França (*)
Os ministros Luis Fernando Furlan
(Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Luís Carlos Guedes Pinto
(Agricultura, Pecuária e Abastecimento), e Luiz Antonio Rodrigues (Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, representando Sérgio Rezende, ministro da Ciência e Tecnologia) participaram, a partir da segunda-feira (28/11), do conjunto de
eventos promovidos em Brasília pela Feira Internacional de Agroenergia e
Biocombustíveis - Enerbio/2006. Às 11h26min, o ministro Luís Fernando Furlan (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) está fazendo um pronunciamento na Enerbio 2006. A principal poluição vem de material plástico, existem estudos para substituir as embalagens atuais por outras feitas por material biodegradável. Há uma preocupação mundial generalizada sobre criação de empregos nos setores de agricultura e agroindústria. Produtos, como o biocombustível podem ser uma boa solução para a sustentabilidade, permitindo que os países se enquadrem nas Regras do Protocolo de Kyoto. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio fez um convênio com a Bolsa de Mercadorias & Futuros para o desenvolvimento do mercado de crédito de carbono. Protocolos estão sendo firmados com países da América Central e África (via Inglaterra), com o intuito de produção de biocombustível. "Queremos ser um exemplo de proteção da Amazônia". As experiências brasileiras de dirigir um veículo flex. Desafios do nosso país: melhoria infraestrutura logística para distribuição dos combustíveis (ainda feita por transporte rodoviário) para melhorar a competividade do biocombustível; produto agrícola, cujo volume depende das condições climáticas. A maior parte da produção de biocombustível está concentrada no Centro-Sul do Brasil. A safra da região nordeste está começando agora, deve aumentar a safra do Norte do Tocantins e Sul do Maranhão (soja, devendo ser complementado com cana-de-açúcar), com estímulos de investimento do governo brasileiro. O Brasil é adiantado tecnologicamente e ao mesmo é um país em desenvolvimento, que vem retirando 3 milhões de brasileiros por ano da linha de pobreza. O sonho do Brasil é se tornar, ainda nesse século, um país de primeiro mundo. Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) afirmou que a expansão das Energia Renováveis é favorável para o setor e também para o Brasil.
O Deputado Federal Mauro Passos, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Energia e Fontes Renováveis e Membro do Conselho Mundial de Energia de Fontes Renováveis, afirmou que há um fundo em euros em Portugal para investir em créditos de carbono brasileiros.
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26/11/06 - 16h14
A falta de coleta seletiva faz
com que cada quadra do Plano Piloto deixe de ganhar, em média, R$ 592,62 por
semana. A cidade joga fora, por semana, R$ 75 mil em produtos que poderiam ser
reciclados
Do Correio Braziliense
Luíza bautista bem que tentou a
reciclagem, mas não teve apoio
Apesar de o lixo brasiliense ser
um dos mais ricos do país, a coleta seletiva e a reciclagem ainda não viraram
prática na cidade inventada. Revirando lixeiras em superquadras da área nobre
do Distrito Federal e pesando tudo que encontrava, o engenheiro florestal
Benício de Melo Filho, calculou que, por semana, a população do Plano Piloto
deixa de ganhar pelo menos R$ 75 mil em lixo que poderia ser vendido para as
indústrias de reciclagem. |
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26/11/06 - 10h49
Canadá organiza o Seminário
Brasil-Canadá: O Desafio da Indústria Onshore, que acontecerá no dia 27 de
novembro
Uma delegação canadense do setor
privado e governamental participará do Brazil Onshore 2006, que acontecerá de
27 a 30 de novembro na cidade de Natal. O
Canadá será a única delegação estrangeira participando do evento, com 19
empresas no pavilhão canadense, 8 representantes de empresas canadenses na
Conferência e 12 organizações participando do evento paralelo: Seminário Brasil-Canadá: O Desafio da
Indústria Onshore. |
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Brasília, 25 de novembro de 2006 Por Paulo França (*) 
Eng.o Julio Peres na sede da IPE-OMNI
O Eng.o Julio Peres e Adelmo Salvador são sócios da IPE-OMNI Incorporações e Construção Ltda. e divulgaram os investimentos da empresa no Salão W Imóveis (www.wimoveis.com.br), que ocorreu de 23 a 26 de novembro, no Casa Park, das 10:00 às 22:00 horas. Julio Peres também é presidente da Comissão de Indústrias Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). 
A empresa IPE foi fundada em 1961 e constroe obras públicas e privadas. A parceria da CONSTRUTORA IPÊ LTDA, atuando no mercado da Construção Civil desde 1988 e responsável por diversas e importantes obras e da OMNI - COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA, ambas vanguardistas no comércio de tecnologia, transformou-se, depois de 4 anos, em qualidade com sucesso na construção civil. A homepage da empresa possibilita o conhecimento de todas as obras de seus idealizadores, o acompanhamento do desenvolvimento das etapas de construção de cada um dos empreendimentos, o acompanhamento financeiro de pagamentos e saldo devedor de cada unidade, a emissão de boletos bancários, as principais notícias da construção civil, entre outros. Os empreendimentos concluídos e os novos lançamentos, solicitação de orçamentos, pesquisas, comentários, sugestões e reclamações podem ser feitos no endereço www.ipeomini.com.br. |
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Brasília, 24 de novembro de 2006,
23h
Do Globo Repórter
É na piscina que uma mulher super
atarefada recarrega as energias. Dentro d'água, é uma serelepe. E é preciso
mesmo resistência para encarar a agenda sempre lotada. A vida da faxineira
Ozana de Morais Nicodemos vai a mil por hora. "Corro com o tempo - corro
com a hora, corro com o mês, corro com o ano", brinca.
Entre sacolejos, ela dá um gole no
café da manhã. Parece rotina de executiva, mas o negócio de dona Ozana é cuidar
da casa dos outros. "Acho que nascemos com um dom, e o meu é limpar casa. Desde
pequenininha eu faço isso", conta, a caminho da sua primeira faxina.
Com ela não tem tempo ruim. São 23
anos de muito capricho. Tempo para aprender que ganha mais quem conhece o
jeitinho de cada patroa. |
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22/11/06 - 17h04
Por Paulo França (*)
A falta de um novo planejamento
estratégico para a área de telecomunicações é uma das principais preocupações do setor, que foram apresentadas
hoje (22/11), em Brasília, em um documento elaborado a partir de debates
realizados no 11º Fórum de Telecomunicações da Amcham (Câmara Americana de
Comércio) por um seleto grupo de 54 executivos, entre presidentes e diretores,
das principais empresas do segmento do País (incluindo operadoras e prestadoras
de serviço na área) e de órgãos públicos. O evento, que aconteceu em agosto,
teve como tema "O setor de telecomunicações no mundo globalizado: contribuições
para uma visão de longo prazo e a elaboração de políticas de estado". José Barbosa Mello, engenheiro,
sócio do Teleco e presidente do Comitê de Tecnologia da Informação e
Comunicação da Amcham; e Adhemar Altieiri, Diretor de Relações
Institucionais da Amcham apresentaram as conclusões do 11º Fórum de Telecomunicações da Amcham (Câmara Americana de
Comércio). |
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22/11/06 - 09h33
Durante Seminário Arranjos
Produtivos Locais, ministro Furlan destacou importância da união de pequenas
empresas e destacou que Lei Geral significará ganhos para pequenos
Da ASN 
Presidente
do Sebrae, Paulo Okamotto (esq.), ao lado do ministro do Desenvolvimento e
Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan e do Criador do Portal Soeconomia,
Paulo França
Brasília - A união de empresas de
pequeno porte de um mesmo setor não é mais vista como um problema para a
competitividade entre elas. É, sim, um apoio mútuo de toda uma cadeia
produtiva. A afirmação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior, Luiz Fernando Furlan, que, nesta segunda-feira (20), participou do
encerramento do primeiro dia do Seminário Arranjos Produtivos Locais - Uma
experiência de cooperação internacional, em Brasília (DF). |
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20/11/06 - 15h36 Falsários se especializam em forjar documentos essenciais para comprar ou obter empréstimos. Polícia de Brasília diz que tecnologia ajuda ladrões e que não se deve passar números de RG e CPF por telefone Do Correio Braziliense Um bilhete premiado que vale milhões oferecido a poucas centenas de reais. Um carro em ótimas condições anunciado a preço abaixo do mercado. Empréstimo fácil, sem consulta aos cadastros de devedores. Desconfie de facilidades como essas. Todas podem ser uma armadilha. Diariamente, pelo menos cinco pessoas caem em golpes de estelionatários no Distrito Federal. Por mês, a Delegacia de Defraudações e Falsificações (DEF) apura mais de 150 ocorrências de fraudes cometidas no DF. A maioria dos casos são solucionados e a vítima não fica com o prejuízo. Mas a apuração dos crimes costuma demandar tempo e, assim, é impossível evitar a dor de cabeça. Um bilhete premiado que vale milhões oferecido a poucas centenas de reais. Um carro em ótimas condições anunciado a preço abaixo do mercado. Empréstimo fácil, sem consulta aos cadastros de devedores. Desconfie de facilidades como essas. Todas podem ser uma armadilha. Diariamente, pelo menos cinco pessoas caem em golpes de estelionatários no Distrito Federal. Por mês, a Delegacia de Defraudações e Falsificações (DEF) apura mais de 150 ocorrências de fraudes cometidas no DF. A maioria dos casos são solucionados e a vítima não fica com o prejuízo. Mas a apuração dos crimes costuma demandar tempo e, assim, é impossível evitar a dor de cabeça. |
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19/11/06 - 10h08 Da Gazeta Mercantil As vendas da indústria brasileira de bens de capital tiveram queda de 3,2% até setembro e somaram R$ 40,58 bilhões pelas contas da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, que considera as máquinas estacionárias. A estimativa da entidade é de que o montante comercializado no Brasil, considerando também as importações, ficará entre 2% e 2,5% abaixo de 2005, apesar do dólar barato para compras externas que tem estimulado algumas atualizações com maquinário estrangeiro. Um dos pontos para essa redução é a falta de demanda. Falta consumo para garantir o investimento, diz o presidente da Abimaq, Newton de Mello, nesta entrevista em que defende medidas para valorizar o dólar beneficiando também a exportação de produtos de maior valor agregado. |
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19/11/2006 - 10h07 Da Folha Online O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o senador Ramez Tebet (PMDB-MS), que morreu na noite de ontem, foi "um político do 'P' maiúsculo". "Um homem que contribuiu com o país, um homem que pensava o futuro da nossa Nação, um democrata e um homem que deixa um legado de contribuição a esse país", disse. Durante entrevista no velório de Tebet, em Três Lagoas (MS), Lula relembrou que o senador era presidente do Senado quando ele tomou posse em 1º de janeiro de 2003 e afirmou que no segundo dia de mandato Tebet o procurou para se colocar a sua disposição. |
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