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Economia dos Estados Brasileiros
Em um país com dimensões continentais, o qual apresenta 27 (vinte e sete) modelos de economias estaduais, onde cada unidade da federação ou estado possui as suas particularidades em termos de desenvolvimento econômico, incentivos fiscais, distribuição de renda, tipos de atividades econômicas e diversas características em termos de consumo, investimentos e comércio, faz-se necessário um acompanhamento mais detalhado e específico da economia de cada estado do Brasil. O SOECONOMIA fornece dados úteis para investidores nacionais e estrangeiros, jornalistas e profissionais com interesse em se aprofundar em assuntos econômicos estaduais.

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Governança em tempos de crise foi tema do 10º Congresso Brasileiro de Governança Corporativa do IBGC

Publicado em 19 de novembro de 2009 (17h40min)

Paulo França*

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Nos dias 16 e 17 de novembro, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa debateu o papel dos conselhos nas empresas brasileiras

Com o tema Governança em Tempos de Crise: Repensando o Papel dos Conselhos, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) promoveu, nos dias 16 e 17 de novembro, o 10º Congresso Brasileiro de Governança Corporativa. O evento, realizado no Sheraton São Paulo WTC Hotel, reuniu renomados profissionais do mercado, entre os quais podemos destacar Gustavo Franco, da Rio Bravo Investimentos; Marco Antônio Castello Branco, da Usiminas; Mário Mesquita, do Banco Central; Milto Bardini, do BicBanco; Nildemar Secches, da BRF - Brasil Foods; Roger Agnelli, da Vale; e Suzanne Hopgood, da National Association of Corporate Directors (NACD).

Destinado a executivos, conselheiros, auditores e profissionais ligados à Governança Corporativa, o Congresso abordou, de forma ampla, o papel e a atuação dos conselhos em diferentes cenários e a estruturação da própria Governança nas organizações, propondo o debate com foco nas boas práticas e em experiências nacionais e internacionais.

Em um dos painéis, que discutiu a remuneração e os incentivos de executivos, Marco Antônio Castello Branco, presidente da Usiminas, falou sobre a decisão da empresa de divulgar a remuneração de seus profissionais. "A repercussão desta divulgação dentro da companhia foi altamente positiva, com ganho para a transparência", ressaltou Castello Branco.

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IBGC anuncia ganhadores do 5° Prêmio de Governança Corporativa

Publicado em 27 de outubro de 2009 (17h25min)

Paulo França*

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Lojas Renner e Algar foram algumas das empresas vencedoras 

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC, pioneiro no desenvolvimento das melhores práticas em Governança Corporativa, premiou organizações comprometidas com os princípios de transparência, equidade, prestação de contas (accountability) e responsabilidade.

Foram analisados dados públicos de 387 companhias listadas em Bolsa pelo Comitê Gestor do Prêmio de Governança, que também analisou as informações enviadas pelas empresas não-listadas.

Durante a cerimônia de premiação, o presidente do Conselho de Administração do IBGC, Mauro Cunha, ressaltou a importância do Prêmio no incentivo às boas práticas de Governança Corporativa e a busca constante por uma relação de mão-dupla com as empresas.
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Lançamentos de livros da Editora Gente

Publicado em 09 de outubro de 2009 (17h20min)

Paulo França*

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Carreira que cresceu com o Brasil

Boris Tabacof relata experiência profissional para destacar importância de crescimento espiritual

É muito difícil trilhar um caminho empresarial com sucesso, percorrendo os mais diferentes postos, guardando consigo os ideais do inicio. No Brasil, quando se pensa historicamente, podemos observar momentos políticos difíceis com uma economia instável. Época de conflitos como é o caso do período do golpe militar, do AI5, de uma inflação galopante que empresários ou gerentes, a qualquer hora, poderiam ser impedidos de construir o progresso.

Porém alguns se sobressaíram e nunca cansaram de avançar a cada dia um degrau, buscando desenvolvimento e modernidade em todos os setores financeiro, administrativo, tecnológico e gerencial.

Boris Tabacof se enquadra no grupo dos que nunca desistiram de tentar construir o Brasil, e mostra isso no livro Espírito de empresário Reflexões para construir uma gestão baseada em valores?, que a Editora Gente lança este mês. Como um relato biográfico, ele descreve diferentes momentos políticos e econômicos e apresenta sua vida profissional nesse contexto.

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Crise não está inteiramente superada, avalia CNI

Publicado em 21 de setembro de 2009 (18h55min)

Paulo França*

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Brasília  Os  resultados  do  PIB  do  segundo  trimestre  deste  ano,  divulgados  pelo  Instituto  Brasileiro  de Geografia e Estatística  (IBGE),  não  significam  que a crise está inteiramente superada, segundo  avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em nota divulgada à  imprensa.  De  acordo  com  a  instituição,  a  queda  de  1,2% do PIB na comparação  com  o mesmo período do ano passado explicita os danos ainda  existentes,   apesar   do  crescimento  na  margem.  Para  a  CNI,  esse  comportamento  deverá  manter-se  no  terceiro  trimestre  do  ano, com a  reversão  nessa  base  de  comparação  devendo  ocorrer  apenas no último  trimestre de 2009.

Na nota, a CNI prevê que a indústria só apresentar resultado positivo na  comparação  anual  em  2010. O setor apresentou queda de 8,6% no primeiro  semestre  do ano ante o mesmo período do ano passado. E, segundo a CNI, a  indústria  deverá  manter  o  desempenho  negativo nessa comparação até o  quarto trimestre, fechando 2009 em queda em relação a 2008.

 PIB: crescimento no 2º trimestre foi impulsionado pela indústria

 O  PIB  referente  ao  segundo  trimestre  de 2009 cresceu 1,9% frente ao  trimestre  anterior em termos dessazonalizados¸ superior à nossa previsão  de  crescimento  de  1,4% para o período (realizada após a divulgação dos  dados do primeiro trimestre em junho último).

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Governança Corporativa e gestão de riscos serão discutidos durante seminário em Brasília

Publicado em 07 de agosto de 2009 (17h)

Paulo França*

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José Alves Dantas, auditor interno do Banco Central do Brasil (BACEN), é um dos convidados do evento

Os temas Governança Corporativa e Gestão de Riscos estão inseridos na maioria dos Seminários de Auditoria Interna promovidos pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil - AUDIBRA/IIA. O setor púbico será o foco do próximo evento, que será realizado no dia 12 de agosto, em Brasília.

Grandes nomes do setor foram convidados para ministrar as palestras que devem acontecer na data, entre eles o auditor interno do Banco Central do Brasil (BACEN), José Alves Dantas. O executivo discorrerá sobre as etapas, desafios e benefícios das mudanças metodológicas da Auditoria Interna, orientada para riscos em uma entidade pública.

As estruturas de governança no setor público serão apresentadas pelo auditor federal de controle externo do Tribunal de Contas da União - TCU, Laércio Mendes Vieira. Em outra palestra, José Antonio Meyer Pires Junior, da Secretaria Federal de Controle - CGU, abordará o tema "A auditoria governamental da gestão pública - avaliação sistemática das ações de transporte no governo federal". O seminário contará ainda com a participação do vice-presidente da regional centro-oeste do IIA Brasil, Antonio Augusto de Miranda Souza, e do auditor e instrutor da Caixa Econômica Federal, Robert Willecke.

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Redução dos juros e Instituto Brasileiro de Governança Corporativa

Publicado em 31 de julho de 2009 (13h)

Paulo França*

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Redução dos juros, o que muda em sua vida?

Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que cortou na terça, 22 de julho, a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 pontos percentual, caindo os juros de 9,25% para 8,75% ao ano, promete reflexos positivos na economia, mas, é necessário cuidado para que uma possível euforia não seja repassada para o consumo desenfreado.

Isso porque, a Selic bancária baixa não tem reflexo imediato nos juros bancários, nos cartões de créditos e em outros tipos de linhas de crédito. Apesar de terem alguns bancos se antecipado, abaixando as taxas de juros, o reflexo só se tornará mais efetivo depois de seis meses. Além disso, as reduções nas taxas só são interessantes se ocorrem de forma drástica, pois, na situação atual são abusivas e levam os consumidores ao endividamento rápido.

Existem casos, como os de cartão de crédito, que as taxas estão acima de 10% ao mês, fazendo com que qualquer dificuldade de pagamento de uma fatura reflita em uma "bola de neve", onde a consumidor verá as dívidas crescendo de maneira exponencial.

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Dicas de Economia para os leitores do Soeconomia e do Brazilia Today

Publicado em 24 de julho de 2009 (18h20min)

Paulo França*

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Incentivo à modernização e inovação

Prêmio Prefeito Inovador reconhece prefeitura eficiente

A 7ª edição do Congresso Internacional Brasil Competitivo, promovido pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), traz uma novidade: a entrega do Prêmio Prefeito Inovador (PPI). O reconhecimento vai contemplar um prefeito destaque na aplicação de recursos tecnológicos, que podem servir de exemplo para outras prefeituras. O evento, cujo tema é Gestão Pública, será realizado no dia 28 de julho, em Brasília.

A iniciativa, em parceria com a Microsoft Brasil e a Intel Brasil, pretende promover a modernização e desburocratização do serviço público municipal brasileiro. Os participantes têm acesso aos instrumentos necessários para a adoção eficaz de novas tecnologias no dia-a-dia, que tornam a relação entre governo e cidadão melhor e mais transparente.

Ao todo, 29 prefeituras de todo o país se inscreveram na primeira edição do Prêmio Prefeito Inovador e 11 foram avaliadas e visitadas. São elas: Cascavel (PR), São Carlos (SP), São Luis (MA), Sorocaba (SP), Corumbá (MS), Itapetininga (SP), Picos (PI), Mongaguá (SP), Celso Ramos (SC), Guarani (SC) e SudMenucci (SP).

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Brasília passa a ser destaque econômico do Brasil

Publicado no www.braziliatoday.com em 15 de julho de 2009 (17h)

Paulo França*

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Quem percorre atualmente Brasília fica impressionado com o número de obras civis que atualmente estão instaladas na capital federal.

Brasília nasceu com a vocação de manter uma ligação umbilical com o Estado. Hoje, 55% do produto interno bruto do Distrito Federal, composto de Brasília e suas 20 regiões administrativas, provém da administração pública. Graças à localização privilegiada, Brasília já supera sua função administrativa e cresce como um centro comercial e de integração econômica das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, deixando de ser um mero quadradinho no mapa de Goiás. O Distrito Federal já é o terceiro pólo de compras do país, atrás dos municípios de São Paulo e o Rio de Janeiro. Brasília se consolida como um grande mercado e oferece uma gama de oportunidades aos setores de varejo e serviços focados nas classes A e B.

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A importância da Amazônia para o futuro da humanidade

Publicado em 26 de junho de 2009 (13h35min)

Paulo França*

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A Associação Paulista de Propriedade Intelectual promoveu de 21 a 23 de junho passados, em São Paulo, o X Congresso Intenacional de Propriedade Intelectual com o tema "Amazônia: Diversidade e Integração na Propriedade Intelectual".

A Amazônia do ponto de vista geográfico tem 7 milhões de quilômetros de área, sendo 5 milhões de quilômetros de florestas. A Amazônia tem uma importância simbólica para humanidade, é um fenômeno e tem uma significância planetária. A Amazônia é um banco de germoplasma (repositório genético).

A Amazônia possui 20% da água potável do planeta, é importante para vida na terra, por isso é denominada de "patrimônio da humanidade". Patrimônio tem a ver com soberania de Estado, propriedade. A biodiversidade da Amazônia é importante, devido à sua influência no clima, na vida em geral.

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Alternativa à crise: inovação tecnológica

Por Paulo França *

Publicado em 25 de maio de 2009 as 18h00

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Artigo de José Otavio Menten **

Frente à crise financeira globalizada que ameaça a economia produtiva, torna-se crucial a saída tecnológica  para impulsionar os ganhos de produtividade.

Os excelentes resultados da agropecuária nacional se devem, em grande medida, à competência em pesquisa e decisivos investimentos de empresas, públicas e privadas, em tecnologia. Mas a onda demolidora dos ganhos no mercado financeiro global tende a se espraiar, de forma igualmente deletéria, pela chamada economia real - sobretudo nas cadeias produtivas de alimentos. Este fato coloca em perspectiva ainda mais preocupante os desafios que o agronegócio ainda enfrenta no país.

Os novos ingredientes ativos de defensivos agrícolas, por exemplo, geraram produtos com características agronômicas, toxicológicas e ambientais mais eficazes e seguros - para os agricultores, os consumidores dos alimentos e o ambiente. Por isso, é preocupante o reduzido número de defensivos agrícolas modernos, à base de ingredientes ativos novos, à disposição dos agricultores.

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