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Economia dos Estados Brasileiros Em um país com dimensões continentais, o qual apresenta 27 (vinte e
sete) modelos de economias estaduais, onde cada unidade da federação ou
estado possui as suas particularidades em termos de desenvolvimento
econômico, incentivos fiscais, distribuição de renda, tipos de
atividades econômicas e diversas características em termos de consumo,
investimentos e comércio, faz-se necessário um acompanhamento mais
detalhado e específico da economia de cada estado do Brasil. O
SOECONOMIA fornece dados úteis para investidores nacionais e
estrangeiros, jornalistas e profissionais com interesse em se
aprofundar em assuntos econômicos estaduais.
As mais recentes notícias
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30/10/2006 - 17h55
da
Folha Online
Em Wall Street, os investidores ainda embolsam parte dos lucros obtidos na semana
passada, quando o índice Dow Jones chegou a níveis recordes, em meio às
discussões sobre o rumos da economia dos Estados Unidos.
E a Bovespa acompanhava: às 14h20, ela tinha queda de 1,26% aos 38.833 pontos,
enquanto a Bolsa de Nova York caía 0,06%, para 12.082,25 pontos. A Nasdaq (que
reúne ações de empresas de tecnologia) avançava 0,3%, para 2.357,71 pontos,
entretanto. |
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30/10/2006
- 17h45
da
Folha Online
Com
o fim do segundo turno das eleições, o número de cadeiras que cada partido terá
a partir de fevereiro de 2007 no Senado ficou praticamente definido. O
resultado indica que o PMDB e o PFL --ambos com 18 senadores-- terão as maiores
bancadas. O PSDB terá a terceira maior bancada, seguido pelo PT. No
entanto, a composição final das bancadas no Senado podem ainda sofrer
alterações até que senadores eleitos e suplentes assumam seus mandatos. É que a
lei permite que os eleitos possam mudar de partido, conforme negociações
políticas. |
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29/10/2006 - 22h08 Análise do Portal Soeconomia: O PMDB fica, a partir de primeiro de janeiro de 2007, com 7 governadores; o PSDB com 6; O PT com 5; o PSB com 3; o PDT e o PPS com 2 cada um; e o PFL e PP com 1.
da Folha Online
Saiba quem são os 27 novos governadores do
país:
Acre - Binho Marques (PT)
Alagoas - Teotônio Vilela Filho (PSDB)
Amapá - Waldez Góes (PDT)
Amazonas - Eduardo Braga (PMDB)
Bahia - Jaques Wagner (PT)
Ceará - Cid Gomes (PSB)
Distrito Federal - José Roberto Arruda
(PFL)
Espírito Santo - Paulo Hartung (PMDB)
Goiás - Alcides Rodrigues (PP)
Maranhão - Jackson Lago (PDT)
Mato Grosso - Blairo Maggi (PPS)
Mato Grosso do Sul - André Puccinelli
(PMDB)
Minas Gerais - Aécio Neves (PSDB)
Pará - Ana Júlia (PT)
Paraíba - Cássio Cunha Lima (PSDB)
Paraná - Roberto Requião (PMDB)
Pernambuco - Eduardo Campos (PSB)
Piauí - Wellington Dias (PT)
Rio de Janeiro - Sérgio Cabral (PMDB)
Rio Grande do Norte - Wilma de Faria (PSB)
Rio Grande do Sul - Yeda Crusius (PSDB)
Rondônia - Ivo Cassol (PPS)
Roraima - Ottomar Pinto (PSDB)
São Paulo - José Serra (PSDB)
Santa Catarina - Luiz Henrique da Silveira
(PMDB)
Sergipe
- Marcelo Déda (PT)
Tocantins - Marcelo Miranda (PMDB) |
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29/10/2006 - 22h02
da Folha
Online, em Brasília
Aliados do candidato Geraldo Alckmin
(PSDB) avaliaram que a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
neste domingo é conseqüência da estratégia adotada pelos petistas de espalharem
"boatos" de que o tucano iria acabar com o programa Bolsa Família e
promover privatizações.
"Acho que a vitória de Lula tem
que ser reconhecida, mas ao contrário dele, nós fizemos uma campanha limpa,
democrática e politicamente ganhamos. Lula levou vantagem usando processos e
mecanismos que não coadunam com a democracia", disse o coordenador da
campanha de Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE). |
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29/10/2006 - 21h54
da Folha Online
Em seu primeiro discurso como
presidente reeleito, Lula afirmou que pretende em seu segundo mandato elevar o
Brasil ao patamar de país de desenvolvido. "Cansamos de ser uma potência
emergente", disse.
Lula afirmou ainda que pretende dar
continuidade à política de governar com atenção especial aos mais necessitados.
"Os pobres terão preferência no nosso governo."
Para o presidente, o segundo mandato
será "muito melhor do que o primeiro". Ele disse que sua primeira
gestão criou todas as condições para que esse próximo período tenha maior
crescimento econômico e melhor distribuição de renda. |
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29/10/2006 - 19h54
da Folha Online
A ministra Dilma Rousseff (Casa
Civil) disse que o primeiro momento da economia, de buscar a estabilidade
econômica, terminou. Nesse sentido, a ministra corroborou com as declarações
feitas pelo ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) de que "a era
[Antonio] Palocci [ex-ministro da Fazenda] acabou".
"Nós não tínhamos opção.
Tínhamos que buscar a estabilidade do país. Com a estabilidade, você pode
passar para o segundo momento. Nesse sentido, então, o primeiro momento acabou
porque nós concluímos um conjunto de ajustes."
A ministra disse que isso não
significa que a estabilidade inflacionária não seja um valor importante para o
governo. "Mas é preciso articular tudo isso com um crescimento econômico
sustentável com estabilidade."
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29/10/2006
- 16h29
da
Folha Online, em Brasília
O
TSE (Tribunal Superior Eleitoral) espera receber novas informações da Polícia
Federal nesta semana para começar a ouvir as testemunhas da investigação sobre
a compra de um dossiê contra políticos tucanos por integrantes do PT. O corregor-geral
do tribunal, César Asfor Rocha, disse ainda que independentemente do resultado
das eleições, as investigações terão prosseguimento. "O
processo continua sendo instruído pelo princípio da legalidade. Não se pode
deixar influenciar nem por um resultado que possa ser negativo para algum dos
envolvidos nem positivo", disse.
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29/10/2006 - 10h44
da Folha Online
O governador de São Paulo, Cláudio Lembo
(PFL), considerou "muito difícil" a vitória do candidato apoiado pelo
seu partido à Presidência da República, o tucano Geraldo Alckmin. Lembo chamou
ainda o candidato da reeleição e favorito nas pesquisas, o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT), de "catapora". "É catapora. [Porque]
dá em todo mundo", afirmou o pefelista nesta manhã na entrada do Colégio
Santo Américo, onde Alckmin vai votar. |
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28/10/2006 - 08h38
da Folha Online
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT,
participa hoje de uma caminhada, às 10h, na avenida Marechal Deodoro, no centro
de São Bernardo, região metropolitana de São Paulo.
O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, também
participa de caminhadas no Rio de Janeiro. Às 10h, Alckmin fará uma caminhada
no Saara, no centro do Rio, e, às 11h, de outra caminhada no Aterro do
Flamengo, em companhia do prefeito da cidade, César Maia (PFL). |
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27/10/06 - 22h37
Frase do Dia
O resultado
eleitoral somente acontece no domingo. Essas viradas (no resultado) acontecem
muito no final. A diferença é de apenas um dígito e é perfeitamente possível
superar.
Geraldo Alckmin
 DEBATE - Lula cara-a-cara
com Alckmin
As considerações finais de Lula:
- De um lado, tem um governo que vocês conhecem e que as coisas estão
acontecendo. Eu não preciso ficar prometendo aquilo que os outros prometem,
porque estamos fazendo e poderemos fazer muito mais. No segundo mandato,
colocaremos 300 mil vagas para jovens pobres da periferia poderem estudar,
vamos fazer com que os afro-descendentes tenham cidadania plena e possam entrar
na universidade (...) Vamos fazer com o ensino fundamental o que eles não
fizeram, porque se fizessem estava de boa qualidade hoje (...) Eles falam,
falam, falam, mas quando peguei o governo, fazia seis anos que não aumentavam a
merenda escolar. Eu aumentei a merenda escolar. Queremos dar continuidade ao
que está acontecendo no Brasil (...) O preconceito que eles têm, o preconceito
que eles têm não tem como a gente classificar e estirpar da política
brasileira.
DEBATE - As palavras
finais de Alckmin
As considerações finais de Alckmin:
- Domingo é para mudar. O Brasil não pode mais continuar nesse
retrocesso de natureza ética (...) A mudança é domingo. É você que pode mudar o
Brasil e fazer o nosso país ir muito melhor. Eu tenho um sonho. Quando a gente
sonha sozinho, é só um sonho; quando sonhamos juntos, é o início de uma nova
realidade (...) Esse slogan "não troque o certo pelo duvidoso" é
medroso. O brasileiro tem confiança, ele sabe o que não está certo. Não está
boa a Saúde, não está boa a Educação. Nós precisamos é melhorar. O Brasil pode
mais, você pode mais. Peço o seu voto.

Foto: Wilton Junior/AE
Lula e Alckmin no último confronto entre os dois antes
da eleição do próximo domingo. |
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